O Projeto “Um Por Todos e Todos por Um! Pela Ética e Cidadania!” em Cucuí – AM (Blog Projeto um por todos)

…Vou transcrever pra vocês um pedacinho do depoimento da Karine, nossa professora responsável pelo projeto lá em Cucuí, vejam:
“Queremos tornar as crianças indígenas de Cucuí e São Gabriel da Cachoeira parte de um todo, para que eles saibam os seus direitos e deveres na nossa sociedade. E este material chegou na hora certa, pois ele engloba temas importantes para a nossa caminhada e o melhor: de maneira lúdica, através de jogos, recortes… tudo a ver com o nosso projeto!

As crianças adoraram a primeira aula, tratamos sobre o tema AUTOESTIMA, 1º capítulo da apostila. Foi muito divertido.”… Leia na íntegra

 
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Blog Projeto um por todos

Manaus tem bazar solidário a favor das fronteiras (Amazonia na Rede)

O evento integra uma mobilização para arrecadar mantimentos e verbas, que serão destinadas a ações sociais na fronteira do Amazonas com a Venezuela e a Colômbia.O evento ocorreu neste domingo, no Cirmman, situado na rua São Paulo, no bairro São Jorge. Na segunda edição do bazar, há 98 estandes com vendas de roupas, calçados, acessórios, brinquedos, utensílios para casa e artesanato.

Além dos expositores de vestuário, há 23 estandes comercializando alimentos. Cada um dos expositores vai doar parte da venda dos produtos para as ações beneficentes.

Ao longo do evento uma equipe de voluntários receberá as doações de roupas, acessórios, kits de higiene e alimentos. A ação é realizada pela “Escola de Você: o Varal Solidário”, que arrecadará os donativos para as ações sociais e cursos profissionalizantes em São Gabriel da Cachoeira, município a 852 Km de Manaus…. Leia na íntegra

 
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Amazonia na Rede

Bazar arrecada verba e mantimentos para ações sociais na fronteira do AM (G1 globo.com)

O bazar foi criado pelas amigas Adriana Villas Bôas e Jéssica Bonfafini, do projeto “Rompendo Mais Fronteiras” e já teve uma primeira edição, em abril deste ano. “A ideia surgiu quando eu estava fazendo ações sociais e resolvi vender algumas coisas. Criei um grupo no WhatsApp, por onde já passaram 400 mulheres, e começamos a idealizar o bazar físico”, explicou Adriana… Leia na íntegra

 

 

 
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G1 globo.com

A Amazônia e Eu – Karine Chacon Brasil (YouTube – Canal Karine Chacon Brasil)

Pré-lançamento do livro A Amazônia e Eu, escrito por Karine Chacon Brasil. Esse livro relata sua experiência de vida morando na Fronteira no Brasil, no Amazonas, as dificuldades que enfrentou como esposa de militar em uma região remota do Brasil e como superou suas limitações tentando enxergar o lado positivo dessa experiência.



 

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Canal YouTube Karine Chacon Brasil

Um projeto para romper mais fronteiras (Blog da Keila)

Rompendo Mais Fronteiras vai pela água e pelo ar. Espalha esperança e desenvolve talentos. Mais que isso. Ocupa as mãos, a mente, leva conhecimento e dá sentido à vida.

Um projeto que saiu do coração de duas idealizadoras, Karine e Adriana, com o objetivo de oferecer um mundo melhor e plantar sementes de conhecimento e esperança dentro de muitos outros corações pelas fronteiras brasileiras. É uma trabalhosa e gratificante missão que elas seguem com amor e entusiasmo…Leia na íntegra

 
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Blog da Keila

Livro ‘A Amazônia e Eu’ revela as belezas e desafios de quem vive na região (Portal A Crítica)

Como filha e esposa de militar, Karine Brasil, 29, já sabe: morar mais do que dois anos no mesmo lugar é raro. A cada transferência, conhece cidades e culturas diferentes e, no caso da Amazônia, não fazia ideia do que encontraria. Ela pesquisou muito sobre a tríplice fronteira — Brasil, Colômbia e Venezuela — do Amazonas para descobrir como seria a vida em Cucuí, uma comunidade com 1 mil habitantes, praticamente isolada no meio da selva. Sem respostas, chegou disposta a aprender. O resultado desses dois anos (2012/2013) nesse local tão longínquo resultou no livro “A Amazônia e Eu”, lançado em dezembro, no Rio de Janeiro. Nele, a publicitária revela as belezas e desafios de quem vive na região. Na entrevista abaixo, ela fala um pouco sobre a experiência…

 
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Portal A Crítica

  Matéria na Revista Bem Viver Gente do Portal A Crítica

Para visualizar ou realizar o download da Matéria na Revista Bem Viver Gente clique nos links:
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Atuação da Família Militar na Fronteira – Karine Chacon Brasil

Eu tinha 24 anos, estava noiva há menos de um ano, havia chegado há alguns meses do exterior, após ter morado fora por um curto período. Preparava-me para subir ao altar e me casar com um militar do Exército Brasileiro, quando recebi a notícia de que o meu futuro marido serviria em Cucuí, na tríplice fronteira do Brasil com Venezuela e Colômbia, no Amazonas. Eu desconhecia completamente esse lugar. Nunca havia ouvido falar a respeito. Não sabia nem ao menos que Cucuí fazia parte de uma região brasileira. Curiosa, pesquisei muito. Li livros, assisti a documentários, ouvi depoimentos de pessoas que já moraram lá. E quanto mais me informava, mais amedrontada eu ficava.

Muitas pessoas me relataram experiências vividas em longínquas fronteiras espalhadas pelo Brasil. Estava prestes a me deparar com uma realidade bem diferente da minha, num lugar completamente isolado da civilização. Senti medo de ter que enfrentar essa mudança radical em minha vida. Senti medo de abandonar os estudos, a profissão; senti medo de contrair uma doença tropical; senti medo de ficar longe da minha família. Na tentativa de minimizar esse sentimento, procurei não mais o potencializar. Eu precisava focar no que realmente me traria coragem para enfrentar o desafio que estava prestes a viver.

Passei a pensar positivamente, pois, naquela remota localidade, eu haveria de encontrar motivações para seguir minha vida. Tudo dependia de mim, da minha mente, da minha vontade de querer estar ali…

Passei a pensar positivamente, pois, naquela remota localidade, eu haveria de encontrar motivações para seguir minha vida. Tudo dependia de mim, da minha mente, da minha vontade de querer estar ali…

Cheguei a Cucuí de barco, depois de um dia e meio de viagem. Ali moravam em torno de 1.000 habitantes indígenas e 17 famílias militares. Uma realidade que, para muitos, chocaria.

O silêncio me incomodou. Eu estava acostumada com a confusão da cidade grande. Morar em Cucuí fez-me perceber como a simplicidade é valorosa e como podemos ser felizes com tão pouco.

Eu não era a única esposa de militar que havia aceitado morar naquelas condições precárias, sem um mínimo de conforto, para acompanhar o marido em sua missão de servir à Pátria. Uma realidade pouco conhecida. Afinal, normalmente escuta-se falar da bravura dos guerreiros de selva, esquece-se das guerreiras que estiveram na retaguarda durante toda a luta. O que muitos não sabem é que a maioria delas se envolve em atividades em prol das comunidades carentes das regiões brasileiras, que elas têm uma luta diária, um árduo trabalho voluntário de amor ao próximo por onde passam, e que elas também representam, de maneira significativa, a Pátria brasileira.

A união dessa mistura de guerreiros, o amor à Pátria e o amor ao próximo resultam na conquista de bons resultados e da confiança da comunidade pelo pelotão de fronteira, resultam nos laços de amizades estabelecidos durante as ações, os quais se tornam o elo mais forte e mais próximo que temos na fronteira. Por isso a importância de se saber lidar com todos os povos, todas as raças, as culturas e as adversidades.

Em Cucuí, conheci um grupo de voluntárias, esposas de militares, que residiam em São Gabriel da Cachoeira. O grupo se chamava Jovens Guerreiras e as atividades desenvolvidas por ele aconteciam naquela cidade, que ficava a um dia e meio de viagem de barco do Distrito de Cucuí. Por ter visto com os meus próprios olhos a triste realidade daquele distrito, busquei, com elas, soluções para os problemas observados.

Éramos uma grande família, composta por militares, esposas e filhos que se uniram em prol de um bem maior: a melhoria da qualidade de vida dos indígenas da região.

Naquele período, conseguimos construir, com materiais doados e vindos de Brasília e de outras regiões, uma sala de computação e uma barbearia para aplicarmos cursos profissionalizantes aos membros da comunidade. Também construímos uma brinquedoteca, onde realizamos atividades lúdicas educativas e aulas de teatro para as crianças. Com outras doações de diversas instituições e de pessoas, construímos um parquinho que levou vida e alegria àquelas pessoas.

Foram dois anos em que desenvolvemos diversos cursos profissionalizantes com o apoio do Centro de Educação Tecnológica do Amazonas (CETAM), que conferiu certificados aos alunos. Além disso, o Exército Brasileiro prestou apoio com o transporte de materiais doados e com a alimentação e a hospedagem dos professores. Para concluir, formamos em torno de mil pessoas em São Gabriel da Cachoeira e nos Pelotões Especiais de Fronteira da região.

Carrego comigo os ensinamentos de uma luta diária por dois anos, quando estivemos diante de corajosos e solidários soldados e seus familiares, em especial, suas esposas, aquelas que permaneceram ao lado de seus maridos até o final da missão. Muitas delas largaram os estudos, abandonaram os trabalhos, colocaram-se em segundo plano para preservar um bem maior: a família.

Quando fui embora de Cucuí, eu e minha amiga Adriana Haas (esposa e filha de militar) demos início a um novo projeto social, chamado Rompendo Mais Fronteiras. Hoje a nossa equipe é composta por, aproximadamente, 60 mulheres voluntárias, em sua maioria, esposas de militares espalhadas Brasil afora. Temos em torno de dez grupos de whatsapp, separados por localidade e, por meio dessa comunicação via redes sociais, damos suporte às cidades contempladas pelo projeto.

Dessa maneira, reimplantamos cursos profissionalizantes na fronteira do Brasil, em Cucuí. Retomamos uma iniciativa de extrema importância na minha vida e na vida dos moradores daquele lugarejo.

Mesmo morando em vários rincões do País, a família militar, de uma maneira ou de outra, sempre permanece unida com o intuito de apoiar comunidades carentes do Brasil. Sentimos orgulho por termos um projeto que, com poucos recursos, mantém o trabalho solidário ativo e o foco em áreas fronteiriças brasileiras.

A atuação dos militares na fronteira é essencial para as regiões mais distantes e de difícil acesso, não apenas pela defesa da Pátria e pela preservação da Amazônia, mas, também, pela ação cívico-social exercida pela família militar, que é um trabalho voluntário e muito honroso para todos os seus integrantes.

 

Confira na íntegra em:

Blog do Exército Brasileiro

Indígenas ganham novo sorriso em mutirão de cirurgia reparadora

Você vai conhecer agora a história de algumas crianças que nasceram com uma má formação nos lábios e que enxergavam a solução para o problema bem distante, quase todas elas são indígenas que moram em comunidades bem distantes de Manaus. Mas este mês, graças a cooperação de muita gente, elas conseguiram fazer uma cirurgia plástica reparadora e ganharam um novo sorriso.


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Na onda da crise econômica no país, brechós e bazares ganham espaço

Diante de tantas dificuldades econômicas, o brasileiro vem desapegando de muitos produtos que tem em casa e que estão sem uso, e, com a ajuda das redes sociais, muitos negócios são fechados em questão de minutos. E nessa onda, os brechós vem ganhado espaço aqui em Manaus. Já quem revende produtos novos, como roupas, sapatos, bijuterias e vários importados, também aproveita a praticidade dos bazares para ganhar um extra.


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Projeto distribui ovos de chocolate para comunidade de Iranduba (Band Amazonas)

A Páscoa, que celebra a renovação e a ressurreição de Cristo, também estimula a solidariedade. Neste fim de semana, crianças de uma comunidade de Iranduba foram beneficiadas com um projeto social, idealizado por um grupo de amigas que usa as redes sociais para diminuir a distância entre elas, que moram em estados diferentes.



 

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